Madre Inês de São Paulo

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Breves dados biográficos

A Madre Inês de São Paulo nasceu por volta do ano de 1563, em Fuentelencina (Gaudalajara).

Desde a mais tenra idade consagrou-se totalmente ao Senhor e recebeu o Hábito Religioso aos doze anos, no dia 7 de Outubro de 1575, no Mosteiro de Alcalá de Henares. Destacou-se pelo seu recolhimento, vida de oração, amor à virgindade e espírito de mortificação. Era um exemplo e estímulo de virtude para as outras Irmãs.

Identificando-se totalmente com o carisma Concepcionista pôs todo o seu esmero em agradar e servir a Virgem Santíssima. Compreendeu que o modo mais perfeito de honrar Maria é imitando as suas virtudes, especialmente a sua humildade e amor a Deus e ao próximo.

Faleceu em 1608.

 

A Escravidão Mariana

Desejosa de que Maria fosse mais querida e honrada, promoveu o nascimento da “Confraria da Escravidão Mariana”, sofrendo, com toda a paciência, muitas contradições e incompreensões.

Esta confraria era composta pelas Irmãs da Comunidade e outras pessoas leigas, que deveriam consagra-se totalmente a Maria na qualidade de escravas, para que, pertencendo totalmente a Maria, pertencessem totalmente a Jesus. Com este gesto, a Madre Inês pretendia imitar a humildade e entrega de Maria, que se deu a si mesma o título de “Escrava do Senhor”. Não era portanto, só mais uma devoção piedosa, mas o reflexo da sua profunda vida espiritual e união com Jesus através de Maria.

A “Escravidão Mariana”, ou “Consagração a Jesus pelas mãos de Maria”, como actualmente é conhecida, foi aprovada pela Igreja a 2 de Agosto de 1595 e, mais tarde, amplamente difundida por S. Luís Maria Grignon de Monfort (1673 – 1716). Foi ainda indulgenciada pelo Papa Clemente XII no dia 13 de Novembro de 1730.

Nos nossos dias muitos fiéis continuam a consagrar-se como “Escravos de Maria”, encontrando aí um forte apoio para a sua vida cristã.